Estava envergonhada com medo de encará-lo por isso,como sempre,encostei o corpo ao máximo na parede para me sentir mais protegida por saber que conseguia escapar. Com o braço esticado e a mão na parede ele aproximou-se enquanto centrava o olhar no meu e aí começou o momento de pânico por dentro e a calma por fora,olhei e fiquei petrificada no seu olhar desejando apenas que a dada altura eu tivesse algum reflexo que interromperia aquela tão confusa ação. Não posso,pensava eu,mas por qualquer razão tinha uma curiosidade imensa tocar os seus lábios e mais uma vez pensava,não posso não sou assim!